Edição de 6 de abril de 2013
Hidrelétricas, a saída mais lógica contra a escuridão
Sempre existem alguns que, obviamente, por seus próprios interesses, fazem questão de tentar transformar uma coisa fantástica e positiva para Rondônia e para o Brasil como algo negativo. Compreende-se, porque há realmente prioridades, para eles, que não as prioridades nacionais. Mas, para a grande maioria, o que fica claro é o óbvio. Que obras impressionantes, de valor inestimável para nosso Estado e nosso país, são as hidrelétricas do rio Madeira! A de Santo Antonio, então, como principal exemplo, tem números impressionantes, que bem demonstram do que é capaz a banda boa, construtora e criativa desta Nação. Além de entregar a obra vários meses antes do previsto, o que é algo quase inédito nessa terra de obras paradas ou com grandes atrasos, a Santo Antonio vai levar energia às casas de mais de 40 milhões de brasileiros, quando estiver com todas as suas turbinas funcionando, daqui a dois anos e meio.
Há outros números que precisam também ser comentados. Além de tudo o que já realizou como contrapartida a Porto Velho e Rondônia, a Santo Antonio pagará mais de 8 milhões de royalties neste ano. Daqui a cinco anos, o valor saltará para nada menos do que 99 milhões de reais. Aos valores de hoje, mais de 45 milhões de dólares. Há problemas que podem eventualmente afetar o meio ambiente? Claro que há. Mas eles são menores e em escala insignificante, se compararmos uma hidrelétrica com outras formas de energia. Formas viáveis, é claro, e não aquelas citadas por sonhadores ecoxiitas, que jamais poderão ser utilizadas pela inviabilidade econômica e lógica. Sem hidrelétricas, corremos o risco de ficarmos no escuro, em breve. Com elas, temos presente e futuro. A Usina de Santo Antonio é apenas uma das provas concretas disso.
Fonte: Sérgio Pires
